Tempo, tempo, tempo...
Por Nilsa Maria de Souza
Tempo. Tempo. Tempo. É o tempo. Não tenho tempo para escrever minha crônica para publicar aos domingos. É o tempo. O engraçado é que quando eu trabalhava das 8 da manhã às 6 da tarde eu reclamava que não tinha tempo, mas conseguia publicar minha crônica aos domingos e às vezes aos sábados. Será que estou me perdendo? Não sei. Não vejo tv à tarde. Não encontro os amigos. Não escrevo. O que acontece? Tudo bem! Eu dou o braço a torcer, eu realmente acordo mais tarde. Mas é só um pouquinho mais tarde. Eu acordava às 7:00hs, agora acordo às 7:30hs ou no máximo às 8:00hs. Isso são no máximo 1 hora. Porque não tenho tempo. Ta bom! Também tenho que fazer a minha própria comida, e a do meu marido, é claro. Mas também não leva tanto tempo assim. Hora bolas, eu também saio para andar, ou ir ao Sesc nadar, mas não é todo dia não. - (ai, gente! Que cheiro de pipoca! Desse jeito não há regime que agüente! É a vizinha, não sou eu não. Mas que dá vontade de sair correndo para comer isso dá!) - Bem voltando...como diz Caetano Veloso “Peço-te o prazer legítimo, E o movimento preciso, tempo tempo tempo tempo, Quando o tempo for propício, tempo tempo tempo tempo”. Ficamos assim: quando eu tiver tempo, eu...
Escrito por Nilsa M. Souza às 16h50
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