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Campos do Jordão
Em Campos do Jordão Passeamos dia a dia Saímos pela Macedo Soares Vamos pela Emílio Ribas Andamos na ciclovia Atentos às bicicletas Vemos o bonde passar Na linha férrea vai devagar De Capivari ao portal No caminho colhemos pinhão Pra mais tarde saborear Voltamos devagar Para as escadas subir Antes, porém a andar Pela Rua Heitor Penteado a passar Não àquela de São Paulo, Mas àquela arborizada Em Capivari localizada Voltamos. Chegamos. Enfim, na nossa sala ampliada Depois da caminhada Cansados! Felizes! Para mais uma tarde aproveitar
By Nilsa M.Souza (31/03/2009)
Escrito por Nilsa M. Souza às 21h39
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Inconstante
Inconstante
Totalmente
Centrada
Amada
Calada
Mulher
Escrito por Nilsa M. Souza às 22h21
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De repente...
De repente a gente sente
Sente a dor da saudade
Àquela dor que não existe
Dor que me deixa triste
Me enfraquece e me veste
Dor de não ter um leste
Ah! Há alguém que me empreste?
Mesmo que já me deste
Uma alegria que me despe
Mesmo que viesse
E me dissesse:
Ah! Se você soubesse!
Escrito por Nilsa M. Souza às 17h56
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Meu ano novo foi longo. Não tão longo quanto a vida. Sim porque a vida é longa, por mais curta que ela pareça ser. Enfim, de repente resolvi sair do marasmo e escrever no blog. Estou longe de casa. E isso deve ser a causa dessa consequência, escrever no blog. Escrever preenche os meus espaços. Nossa! Esse papo está muito cabeça. Bom, já entenderam, né. Queria escrever. Já escevi. Agora ou dormir. Amanhã tem mais.
Escrito por Nilsa M. Souza às 22h52
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Brindemos ao Novo Ano!

Escrito por Nilsa M. Souza às 09h36
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Que tal um cineminha?
2 Filhos de Francisco. Surpreendente esse filme! Eu já havia visto o pai do Zezé de Camargo relatando sobre o episódio das fichas muito antes de se falar em filme e tinha achado muito interessante a estratégia de marketing que ele havia utilizado. Então, quando vi que o filme estava para ser lançado, me interessei logo. Só não gostei de uma coisa: Dira Pães. Não sei porque, mas não gosto dessa atriz. Ela não me convence. Está sempre com aquela cara de coitadinha, independente da personagem. Mas não tinha outro jeito! Então fui ver o filme.
Algumas coisas me chamaram a atenção. Pela primeira vez consegui carregar o meu pai de 76 anos para o cinema. E lá no cinema não foi diferente, havia muitas pessoas da terceira idade. Quem sabe eles tomem gosto por esse lazer: ir ao cinema. Assistir ao filme com esse pessoal é diferente, eles participam do filme, ou seja, fazem comentário. Não ficam compenetrados e com cara de intelectual. Muito instrutivo.
O filme tem duração de 2 horas e 10 minutos, mas não percebemos. A história é tão envolvente do princípio ao fim, que ainda queremos saber mais. Por exemplo, tem um momento em que o filme dá um salto do cantor como criança para o cantor como adulto, e eu senti que faltou falar um pouco mais sobre esse retorno do Zezé ao palco. Eu que tinha visto a entrevista dos pais achei que ficou um hiato nesse momento. Mas, nada que prejudique o bom andamento do filme.
Minha outra surpresa foi a interpretação de Dira Pães. Eu realmente me surpreendi! Pala primeira vez ela encarnou um personagem de verdade. Foi possível olhar e ver a mãe do Zezé e não a Dira. É claro que o biótipo dela é exatamente o mesmo da mãe do Zezé, mas que importância isso tem. O importante é atingir o objetivo. Entreter o público.
O filme é um drama, é impossível não chorar. Só uma pessoa muito incessível para não chorar ao ver as crianças com fome e não ter o que comer. É impossível não associar esse triste episódio à triste realidade de milhões de brasileiros que passam pelo mesmo drama. É comovente demais! Saímos do cinema com a alma lavada, ou melhor, com o rosto lavado, porque tem cena de sobra para você se debulhar em lágrimas. Quem assistiu deve concordar comigo e quem não assistiu não deixe de ir e levar os seus lencinhos. Bom divertimento.
Escrito por Nilsa M. Souza às 11h23
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Fui a Buenos Aires.
Por Nilsa Maria de Souza
No feriado fui para Buenos Aires com meu marido. Foi uma viagem maravilhosa! Fomos por conta e ficamos em um hotel do Albergue da Juventude. O hotel é ótimo, o pessoal muito prestativo. Tivemos um banho de cultura!
A cidade é muito bonito com suas construções antigas, as pessoas são bonitas e no centro as pessoas se vestem com muita classe. Realmente parece a Europa. Já no subúrbio a coisa pega. Não tem nenhum glamour.
Conhecemos os principais pontos turísticos, vimos show de tango, vimos a Casa Rosada, o túmulo da Evita, etc.
Foram dias perfeitos e bem aproveitados. Adorei e recomendo.
1º Dia
Visita a Recoleta com a excursão do hotel. Nosso grupo tinha gente da África, Suíça e Inglaterra, portanto a guia falou tudo em inglês.
Contou que a intenção do governo ao construir a cidade foi fazer uma Paris na América Latina e que com a peste a cidade tomou o rumo norte, ou melhor, os ricos foram para essa parte da Recoleta que virou a parte rica da cidade. Terminamos a visita no Museu de Arte. À noite saímos para ver um musical de tango que a guia havíamos recomendado. Não encontramos o local e desistimos e fomos andar na Calle Florida é um calçadão com muitas lojas onde está a Galeria Pacífico (um shopping chique).
2º Dia
Fomos visitar a Praça de Maio, Casa Rosada e entramos no museu da Casa Rosada que trás a historia até 1xxx. Depois fomos para Puerto Madero que é um lugar muito extenso e que tem uma Fragata Museu, que também fui conhecer. Saímos em direção a San Telmo onde tem muitos antiquários e feira de artesanato. Almoçamos na praça com direito ao show de tango. Voltamos para Puerto Madero para tomar o sorvete de doce de leite do Freddo. Delicioso! Divino! À noite fomos ver um espetáculo musical – um quarteto de três violinos e um violoncelo apresentando um repertório de tango de autoria de um dos violonistas. Jantamos pizza com cerveja.
3º Dia
Fomos para o bairro La Boca de ônibus. O ônibus de lá não tem cobrador, você mesmo coloca as moedas na máquina e ela imprime o comprovante e devolve troco se houver. Primeiramente passamos pelo estádio do Bocca Jr, vimos o museu e o estádio. Depois fomos para a Rua Caminito. É um bairro parecido com o Brás ou Mooca. Os cortiços dessa rua são todos coloridos e foram transformados em lojas e na rua tem uma feira de artesanato e muitos shows de tango. Voltamos para Puerto Madero onde almoçamos empanadas – maravilhosas – e cerveja. (o vinho era tomado sempre à noite, no quarto, à sós...). À noite fomos ver um espetáculo musical “El Hombre de La Mancha”. Maravilhoso!. Jantamos uma saladinha e empanada de novo com um vinho.
4º Dia
Fomos de metrô conhecer o bairro Palermo Viejo. O metrô parece o trem daqui de SP. E os freqüentadores também. Mas tem arte no metrô. Um trabalho em azulejos muito bonito. O bairro tem lojas chiques e transadas, parece o Oscar Freire. Almoçamos por lá mesmo. Foi o primeiro dia que comi muito. Fomos em um restaurante self-service. Comi muita carne. Voltamos para o hotel e fomos para a cama, pois estava chovendo e muito frio. Nós tínhamos que descansar porque o vôo era de madrugada.
Escrito por Nilsa M. Souza às 09h09
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Eu fui ver uma exposição.
Por Nilsa Maria de Souza
Eu fui ver uma exposição chamada Numismática. Em primeiro lugar eu nem sabia o que vem a ser numismática. Descobri que se trata da ciência que tem como objeto de estudo as moedas e as medalhas. Eu nem sabia que existia ciência para estudar isso! Isso posto, vamos aos fatos. Meus fatos. Ouvi na escola, onde faço estágio, que os alunos iriam visitar o Centro Cultural Itaú. Pensei: o que será que tem lá? No final de semana chamei meu marido e fomos rumo à Avenida Paulista. Eu não conhecia esse Centro Cultural (Que vergonha!). Entramos.
Fizemos um passeio pelo mezanino 1 e 2. Por último pegamos o elevador e fomos para o 9º andar. Ao que o elevador abriu havia um armário (com todo respeito) na nossa frente. – Cadê o crachá? – Ai, que susto! – Vocês pegaram o crachá? – Não. Não sabia que precisava de crachá. – Vocês voltem para o térreo. Lá tem um balcão onde vocês vão pegar os crachás. – Tudo bem! – Lá fomos nós, ou melhor, descemos nós. Na recepção a recepcionista (é claro) pediu telefone, RG, tirou foto e sei lá mais o que. Pronto. Portando os devidos crachás, subimos, ou melhor, passamos primeiro pela roleta. Depois elevador, 9º andar. Agora sim, devidamente encrachazados, fomos recebidos com toda atenção pelo armário (devia ter anotado o nome dele). Já que ele estava tão solícito aproveitei para dizer que eu precisava de um comprovante que eu “realmente” estava visitando a exposição (sim, porque tenho que fazer um relatório e levar um certo comprovante para um certo professor – ops!) – Ah! Ele mandou guardar tudo no armário. Até o celular. – Não tem problema. O monitor da exposição não está aqui no momento. Então, vocês podem fazer a visita e pegar o comprovante depois. – Ok! Então vamos lá.
A exposição é composta por muitas moedas e não muitas medalhas (não diga?) e também não muitas condecorações. Tem muitas datas, muitas informações sobre Portugal, Brasil e o até o Mundo (pelo menos daqueles países que passaram por aqui). Tem até moedas correntes do Brasil. Será que foi por isso que nos mandaram guardar a bolsa? Têm também uns documentos bem velhinhos. É mais ou menos assim: Cada módulo apresenta na sua parte superior um painel com a efígie do governante, brasão e bandeira da época, bem como informações sócio-políticas e econômicas do período. Na parte central das vitrinas estão as moedas, medalhas e condecorações acompanhadas de informações numismáticas. A parte inferior das vitrinas apresenta a iconografia da cidade luso-brasileira através de gravuras, pinturas e fotografias. Pena que não vi o filme. É! Fiquei sabendo que na visita monitorada tem até filme! Gostaria de voltar para fazer uma visita monitorada. Com a finalidade de situar o espectador no tempo universal, as vitrines têm na sua base uma fita cronológica, apresentando os principais eventos históricos, políticos e sociais, do Brasil e Portugal em particular e do mundo em geral, abrangendo o espaço de tempo entre os anos de 1500 e 2000. Dizem que é para os especialistas, a mesa circular que exibe cerca de 236 patacões, permitindo sua observação detalhada, com poderosas objetivas que alcançam até 40 vezes de aumento. O dia que eu fui não estava funcionando. À propósito, os patacões não valiam tanto assim como eu imaginava. Dava pra comprar umas dúzias de bananas ou de ovos ou de gramas de ouro. Os valores das moedas são apresentados assim: em bananas, ovos e ouro. Essa é uma ótima exposição para quem está estudando Literatura, pois em questão de uma hora e meia passamos pela história através da numismática (que nome bonito, não?).
Depois disso pedi o comprovante ao armário, que não era o mesmo de antes, era mais velho. – Onde você quer que coloquemos o carimbo? – Como é que é? – Você tem um papel para carimbarmos? – Ah! (Putz!) - Peguei um folder da exposição e entreguei à ele. Sentamos e ficamos esperando. Em alguns momentos aparece o monitor da exposição. – Quem pediu para carimbar no folder? – Eu! Eu! Eu! Porquê? – No folder não vai ser possível, vai borrar. Posso carimbar em outro papel? – Claro! (não é que eles tinham papel!) – Carimbou. Agradeci. Fomos, meu marido e eu para o elevador. Esperamos. Entramos. Apertei o M2, pois eu ainda precisava do comprovante da outra exposição que eu já tinha visto. Não sei se conto o resto?!?! Conto?
Escrito por Nilsa M. Souza às 07h45
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Tempo, tempo, tempo...
Por Nilsa Maria de Souza
Tempo. Tempo. Tempo. É o tempo. Não tenho tempo para escrever minha crônica para publicar aos domingos. É o tempo. O engraçado é que quando eu trabalhava das 8 da manhã às 6 da tarde eu reclamava que não tinha tempo, mas conseguia publicar minha crônica aos domingos e às vezes aos sábados. Será que estou me perdendo? Não sei. Não vejo tv à tarde. Não encontro os amigos. Não escrevo. O que acontece? Tudo bem! Eu dou o braço a torcer, eu realmente acordo mais tarde. Mas é só um pouquinho mais tarde. Eu acordava às 7:00hs, agora acordo às 7:30hs ou no máximo às 8:00hs. Isso são no máximo 1 hora. Porque não tenho tempo. Ta bom! Também tenho que fazer a minha própria comida, e a do meu marido, é claro. Mas também não leva tanto tempo assim. Hora bolas, eu também saio para andar, ou ir ao Sesc nadar, mas não é todo dia não. - (ai, gente! Que cheiro de pipoca! Desse jeito não há regime que agüente! É a vizinha, não sou eu não. Mas que dá vontade de sair correndo para comer isso dá!) - Bem voltando...como diz Caetano Veloso “Peço-te o prazer legítimo, E o movimento preciso, tempo tempo tempo tempo, Quando o tempo for propício, tempo tempo tempo tempo”. Ficamos assim: quando eu tiver tempo, eu...
Escrito por Nilsa M. Souza às 16h50
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Ontem fui ao cinema.
Por Nilsa Maria de Souza
Ontem resolvi ir ao cinema. Fui ver um filme não muito comercial. É. Acho que era um filme cult (?). Antes, porém resolvi comer um doce. Entrei em um supermercado. Era o mais próximo de doçaria que existia perto do cinema. Entrei, vasculhei e saí de lá com uns brigadeiros. Comi dois. Somente dois. Fui rapidinho para o cinema, pois queria tomar um café antes de entrar. Afinal, eu havia acabado de almoçar, ou seja, eu estava necessitando de um café para me manter acordada. Consegui! Tomei o café depois de comprar o impresso – meia entrada, é claro. Fui ao toalete e depois à sala de exibição. Pareceu-me que eu estava realmente atrasada, visto que o responsável por recolher os ingressos já estava executando outra função: recolher o lixo.
Entrei! Estava um breu! Não conseguia enxergar nada! Não quis me arriscar! Fiquei em pé por um tempo até que minhas vistas se acostumarem ao escuro. Pronto. Agora dá. Fui sentar. Uma senhora que estava em pé – pelo visto acostumando as vistas – me disse que o lugar estava ocupado, e que estava guardando o lugar. Tudo bem vou para outro lugar. Nisso quase sou atropela por duas senhoras que adentravam à sala. Elas conversavam tanto que na certa esqueceram de acostumar a vista. Eu, que não sou boba, escolhi, para sentar, um lugar três fileiras à frente das tagarelas. Sentei. Agora é só relaxar e assistir o filme, argentino, diga-se de passagem. O filme começou. E as tagarelas? Continuam a tagarelar. Não tardou para... Xiiiiiiiii! Xiiiiiiiiiiii! Xiiiiiiiiiiiiiiiiii! E a tagarelice continua. Cala a boca! Vai conversar lá fora! Lugar de conversa é lá fora! Vai conversar no sofá da sua casa! Depois de tudo isso, ficaram em silêncio. Vamos ao filme. Espanhol vai, espanhol vem...Lá pelo meio do filme percebo que o velhinho que está ao meu lado esquerdo, dorme. Dorme profundamente. Dorme com os anjos. Que bonitinho! De repente eu, ele e todos os outros, fomos interrompidos dos nossos transes, sono, ou sei lá o que. A campainha de um celular rompia o silêncio da sala. Trimmmm! Trimmmm! Trimmmm! Calmamente o mesmo velhinho que estava ao meu lado abre sua pochete (pois é! Ele estava de pochete!), retira o celular – agora o som está muito mais alto – e atende, em meio a protestos... Desliga isso! Desliga essa droga! Vai atender lá fora! Alô! – pausa – Muito obrigado! – pausa – Eu estou no cinema. – pausa – No cinema da Fradique. – pausa – Desliga essa porcaria! Aqui não é lugar de atender telefone! Queremos ver o filme! – Estou bem, obrigado! – pausa – Mas eu não sei quem está falando. – pausa – Cala a boca!... - Ou seja, passamos por toda confusão de novo. E o velhinho? O velhinho, nem se deu conta. Acho mesmo que ele nem percebeu que estava no cinema. Acho que pensou que estar no sofá da casa dele. E o filme não para. Continua rolando. Se é que vocês me entendem! - Ah! É você? – pausa – Ta bom! – pausa - Tchau! – pausa – Pra você também! Pausa final. A essa altura o cinema estava abaixo. Todo mundo reivindicando silêncio, porém ninguém fazia silêncio. Diante desse tumulto o jeito era tentar entender o filme. Espanhol que veio, espanhol que foi... Pra falar a verdade não sei se cochilei junto com o velhinho ou se perdi muito do filme nessas confusões, só sei que no momento do ápice o filme acabou. Ou melhor, será que o filme acabou no momento do ápice, ou eu não vi o ápice. Definitivamente não sei. Sá sei que ainda bem que paguei meia entrada, já que vi meio filme.
Escrito por Nilsa M. Souza às 12h00
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Qual o papel da mulher?
Por Nilsa Maria de Souza
Todos os segredos são revelados somente no momento certo. Não é interessante que somente depois de surgir o romance ficcional “O Código Da Vince”, de Dan Brow é que também surgiu o assunto sobre o papel da mulher na sociedade religiosa? Em um documentário apresentado pela Discovery “As Escrituras: Maria Madalena” há um questionamento, por parte dos historiadores sobre a questão da prostituta arrependida e a livro apócrifo “O Evangelho Segundo Maria Madalena”.
“Segundo esses historiadores existe um documento que foi encontrado no Século XIX que é, nada mais nada menos, que “O Evangelho Segundo Maria Madalena”, o qual apresenta Maria Madalena como líder dos apóstolos após a morte de Jesus Cristo. Como os apóstolos não estavam satisfeitos com essa liderança, reuniram-se e fizeram oposição, principalmente Pedro. Houve, então, uma disputa de poder. O clero interferiu tornando proibido a leitura de certos Evangelhos, inclusive o de Maria Madalena. Contudo Maria Madalena já fazia parte do cristianismo e não poderia ser estirpada do meio dos seguidores. O clero, então, se aproveitou de um dado importante para destronar Maria Madalena. Esse nome, Maria Madalena, era muito comum naquela época, portanto as passagens da bíblia que trás Maria Madalena, segundo os historiadores, não são sempre da mesma mulher. Foi assim que Maria Madalena, que era braço direito de Jesus Cristo, tornou-se uma prostituta arrependida. O clero chegou a criar um dia para comemorar o arrependimento.” Esse segredo ainda não nos foi revelado por Deus e talvez nunca venhamos a saber o que realmente se passou na época de Cristo, mas acho que graças a Deus a mulher conquistou um lugar de destaque na vida social e profissional. É claro que ainda se tem um longo caminho pela frente. A conquista depende da nossa dignidade e capacidade de acreditar que realmente temos o poder de transformar o mundo, de sermos lideres e não simplesmente arrependidas.
Escrito por Nilsa M. Souza às 15h57
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Será?
Por Nilsa Maria de Souza
Tudo começou quando fui ao cabeleireiro. Logo ao entrar dei de cara com ele. Fiquei constrangida, é claro, não esperava vê-lo desse jeito. Foi como um sonho. Sabe aquele sonho que parece que você está acordada ou parece que vai acordar a qualquer momento e aparecem imagens e mais imagens na sua mente. Foi assim que eu o vi. Minha vontade era correr. Virar as costas sem olhar para ninguém. Eu sabia que caso eu olhasse para alguém, quando meus olhos cruzassem com outros olhos qualquer um, eles saberiam o que se passava comigo. E eu estaria acabada. Por uma fração de segundo fiquei paralisada. Acho que ninguém percebeu. Será que percebeu? Não sei. Porque eu só conseguia ter olhos para ele, eu só conseguia pensar nele. De repente me dou conta de que Joana está segurando no meu braço e vem ao encontro do meu rosto para me beijar. Como que saindo de um coma, sobressalto e a abraço, mas ainda tenho os olhos fixos nele. E ele continua lá, me olhando ininterruptamente. Eu fico firme. Também não desvio o olhar. Joana pede que eu me sente e pergunta, o que você vai fazer, eu, é você. Fiz. Agora meus cabelos que eram longos como os da Monalisa são curtos como o da Lady Di. Deixei-me seduzir por ele. Um cartaz enorme que trazia uma modelo de cabelo curtíssimo. Deixei-me levar e mudei. Será que errei? Ou...
Escrito por Nilsa M. Souza às 13h03
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Damos às pessoas aquilo que recebemos.
Por Nilsa Maria de Souza
Nesta semana que passou, pensei em escrever sobre as célebres frases, muitas vezes ditas por pessoas importantes. Quer dizer, nem sempre.
Passei a semana pensando sobre esse tema. Procurei algumas frases nos livros da minha humilde biblioteca, algumas na Internet, mas não me veio nenhuma idéia para colocar no papel.
“Que droga!” – Pensei. – “Parecia tão fácil escrever! Como será que o Mario Prata faz?” Não que eu estivesse me comparando com ele.
- Hum-hum!
Longe disso!
- Hum!
Imagina!
Continuei tocando a vida (raios!). Coincidência ou não (será que isso existe?), aconteceu.
- Do you have a kind of hobby? – Perguntou meu professor de inglês.
- Hã?
- Você tem algum hobby?
- Não. E você? - Respondi e fui logo perguntando.
- Meu hobby é guardar frases celebres. E não é só isso. Eu também as crio.
Puxa vida! Eu não podia acreditar que este assunto estava surgindo do nada. Era a minha chance! Quando a oportunidade aparece você não pode desperdiçá-la. Ops! Essa poderia ser uma celebre frase (ui!). Antes que eu pudesse dizer “great!”, ele foi logo dizendo uma frase e pedindo minha opinião.
Ai, ai, ai, ai, ai! I essa agora!
- You agree or desagree? – Disse ele esperando ansiosamente uma resposta.
- What?!?!?!?! – Disse desesperada. Afinal eu estou aprendendo inglês!
A conversa estava indo de mal a pior. Dava pra ver na cara dele a agonia de tentar fazer-me entender aquela frase. Eu empaquei. Ele espertíssimo percebeu logo:
- Escreva a frase. – Disse ele apontando para o meu caderno.
Quase que soletrando ele ditou-me a frase. Mas como ele é perfeiccionista, ficou “gritando” e apontando para a frase que eu acabara de escrever:
- Put the quotations mark! Put the quotations mark! Put the quotations mark! – Disse repetidamente.
Eu, desesperadamente, como se o carro estivesse na ribanceira, coloquei as aspas e respirei aliviada. “Consegui entender o que ele falou!”. Mas ele não parou de “gritar”.
- Put my name! Put my name! Put my name!
Quase num sobressalto coloquei o nome dele logo abaixo da frase. – Por motivos óbvios o nome dele será omitido.
Voltemos à frase. Como se não bastasse este desgaste, agora eu teria que dizer se eu concordava ou não com a frase dele. Vê bem! Que sinuca?
- Eu discordo. Disse e fiquei observando a reação dele.
- Você discorda!?!? Disse ele indignado. E me explicou o sentido da frase.
“Ah! É isso.” Já quase com vergonha e bastante sem graça, disse:
- Sorry! Respondi que discordo porque analisei pelo prisma humano e não divino. Por fim concordamos que “Damos às pessoas aquilo que recebemos”.
Escrito por Nilsa M. Souza às 16h35
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Nem Sei!
Por Nilsa Maria de Souza
Sei sim! Eu amo e sou amada.
O resto não tem importância.
Se faz frio, se chove, se comove.
O que importa é o amor
Não importa que amor
Amor que dói, que corrói,
Que ama, que é amado,
Idolatrado e misturado
Tudo é dado
Porque amor é dado
Amor não é vendido
Amor de mãe
Amor de irmão
Amor de geração
Amor de solidão
Esse amor há de se pensar
Porque amor não faz sofrer
Amor dá prazer
Faz enaltecer
Faz adormecer
Faz florescer
E amadurecer.
Meus amores são assim
Meu amor é assim
Singular amor
Te amo sempre
Escrito por Nilsa M. Souza às 10h19
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Qüinquagésima vez. Será?
Por Nilsa Maria de Souza
Pela qüinquagésima vez vou começar um regime. É. Parece brincadeira? Mas não é. Pensando bem, acho que não é um novo regime, mas é o mesmo regime que comecei há muitos anos atrás. E eu ainda não consegui me livrar dele.
O problema é bem complexo. Parece que o mundo conspira contra os gordinhos que querem emagrecer, ou precisam emagrecer.
Eu, por exemplo, toda vez que acordo de manhã com a clara intenção de começar o regime algum imprevisto acontece.
- Amor, olha o que eu comprei.
Sem intenção de te prejudicar, chega o maridão, vindo da padaria trazendo um maravilhoso pão doce. – Eu amo pão! Doce, então, nem se fala. – Sabe aquele pão que te deixa hipnotizada no balcão da padaria?
- Hum! Que delicia! – Você responde.
Seu pensamento diz outra coisa “Droga! Logo agora que eu ia começar o meu regime!” Aí, você come. Só para não deixa-lo magoado. Mais tarde você explica pra ele que está de regime. Ele todo compreensivo diz:
- Claro, amor. Eu faço junto com você.
Você fica meio desconfiada, mas prefere acreditar.
Lá pela hora do almoço ele pergunta:
- Onde vamos almoçar?
- Num lugar ligth. Eu estou de regime.
- Regime?!?! Ah! Hoje não! Começa segunda-feira.
Você que já não está muito convicta aceita resignada e acaba numa cantina comendo pão italiano com manteiga, vinho e espaguetti com bastante molho vermelho
- Não tem problema. Eu começo amanhã.
Escrito por Nilsa M. Souza às 19h50
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Apresentação
Pois é...!
Achei que tava na hora de criar um blog para expor minhas idéias! E cá estou eu.
Desprovida de conceito e pré-conceito sobre as letras.
Eu gosto de escrever!
Gosto, também de ler, gosto de aprender.
Não sei o que eu sou e nem pra onde vou...
Já fiz análises clinicas...
Já fui atriz...
Já fui professora...
Já fui secretária...
Já fui...
Hoje sou EU.
Poetisa.
Escritora.
"Criadora" deste blog!
EU: Nilsa Maria de Souza.(18/01/05)
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